Cevada: de onde Passo Fundo compra
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Passo Fundo compraram US$ 17,7 milhões do produto “cevada” de 3 países. Foram 70.313 toneladas, ou 12% de tudo o que a cidade importou. É 49% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 34,9 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
De onde vem: cevada
Países de onde Passo Fundo comprou este produto nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver tudo o que vem de lá.
- 1ArgentinaUS$ 10,9 milhões62%
- 2UruguaiUS$ 6,77 milhões38%
- 3Estados UnidosUS$ 2<0,1%
Quem mais importa este produto no Brasil
Passo Fundo ficou em 5º lugar entre as 11 cidades do Brasil que importaram este produto.
- 1Guarapuava PRUS$ 78,6 milhões37%
- 2Porto Alegre RSUS$ 42,9 milhões20%
- 3Ponta Grossa PRUS$ 40,1 milhões19%
- 4Taubaté SPUS$ 32,5 milhões15%
- 5Passo Fundo RSUS$ 17,7 milhões8,2%
- 6Embu das Artes SPUS$ 1,86 milhão0,9%
- 7Paranaguá PRUS$ 958,6 mil0,4%
- 8Guarujá do Sul SCUS$ 54,8 mil<0,1%
- 9São Paulo SPUS$ 1.070<0,1%
- 10Nova Lima MGUS$ 313<0,1%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 30,6 milhões
- 2022US$ 53,3 milhões
- 2023US$ 26,2 milhões
- 2024US$ 48,9 milhões
- 2025US$ 20,7 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 15,2 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Passo Fundo
De onde vem “cevada” comprado por Passo Fundo?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, as principais origens foram Argentina (62%), Uruguai (38%), Estados Unidos (<0,1%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.